quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Resenha feita por Jéssica Alice Harrad Reis.

Autor: Jacob Grimm

Livro: Contos de Grimm (Chapeuzinho vermelho).

Editora: Random House

Estudo na Escola Municipal Batel, Curitiba, Paraná, Brasil.

Era uma vez uma menina super dedicada , inteligente  e muito especial. Um belo dia sua vó estava doente. Sua mãe pediu que ela levasse alguma coisa para sua vó comer, e lhe disse para tomar cuidado na floresta porque ainda tinha aquele lobo mal. Chegando na floresta, resolveu parar para pegar algumas flores para sua vó. O lobo viu a menina, seguiu para a casa da velhinha e comeu a velhinha. Depois se disfarçou da velha para poder comer mais. Então a menina entrou na casa e disse: “Que olhos grandes você tem, que boca grande você tem , você é tão grande. O lobo mal se levantou, pegou a cestinha da menina e comeu tudo que tinha nela. Depois disse que iria comer a menina. Então ela saiu disparada à procura de um caçador.E logo encontrou. Chamou ele e foram de volta para casa de sua vó. O caçador acabou com o lobo, recuperou a velhinha e comeram um lanchinho da tarde.

O que aprendi e que não devemos andar sozinha por aí ou falar com estranhos.

O que tenho a ver com isso, eu já falei com várias pessoas estranhas onde eu morava.

Resenha feita por Jéssica Alice Harrad Reis

Autor:Marcelo Duarte

Livro: O ladrão de sorriso

Editora: Ática

Estudo na Escola Municipal Batel, Curitiba, Paraná, Brasil.

Um circo se instala na cidade. A escola de Beatriz e Otávio vai ao circo, mas como Beatriz passou mal, não pode ir. Ela ansiosa, para saber como estava no circo desce rápido do carro e entra correndo na sala e pergunta à Isadora como estava. Mas ela também não foi ao circo. Pergunta à Ingrid, ela responde de mau humor "legal". No recreio ninguém conversa. De tarefa a professora pede para eles entrevistarem um personagem do circo. Beatriz convida os amigos e seus pais para irem ao circo no final de semana.
           O fim de semana chega. Já no circo Beatriz vai procurar o trailer do palhaço Chicletão, entra lá e vê um pequeno vidro com uma caveira e de repente Chicletão aparece e expulsa Beatriz do trailer.
           Ao final Isadora vai ao  banheiro e leva Beatriz junto. Quando voltam estão todos tristes menos elas. Beatriz vai entrevistar o dono do circo e também vê o frasco com a caveira.
           À  noite Beatriz envia um e-mail para Isadora e Otávio combinando uma visita ao trailer do Chicletão no meio do espetáculo.
          No dia seguinte elas vão ao circo e Beatriz entra no trailer e  procura o frasco com a caveira e derrama seu perfume no chão e coloca um pouco do pó dentro do frasco do perfume.  Ao sair do circo eles  levam o frasco ao laboratório onde mandam o frasco  para os Estados Unidos.   Será que eles descobriram o que estava acontecendo nessa cidade que todas estavam tristes de mal-humor e cansados. Bom eu queria descobrir mas vou tem que ficar na curiosidade.

O que aprendi: aprendi que não devo ficar triste por qualquer coisa ou pessoa.

O que tem a ver comigo: Bom já envenenaram minha cachorrinha quando eu morava em outra cidade.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Resenha feita por Jéssica alice harrad reis.      Autores: Vicki Myron e Bret Witter. Editora: Camila Saraiva. Livro : Dewey o  gato da biblioteca.

Estudo na Escola Municipal Batel,Curitiba, Paraná ,Brasil

Era uma vez uma moça que cuidava da biblioteca há muito tempo. Um belo dia ela estava arrumando os livros e por incrível que pareça achou um gatinho no meio das coisas da biblioteca. Então essa moça passou a cuidar desse gatinho. Uma semana depois, chegou uma menina super legal na biblioteca e viu o gatinho dorminhoco na caminha dele. Ela chegou bem pertinho,  passou a mão nele e perguntou se ele tinha dono. A moça disse que não e se ela quisesse podia adota-lo. Sua mãe autorizou e ela o levou pra casa e todos os dias ela ia visitar a moça da biblioteca.
Eu aprendi que devo gostar das coisas do jeito que elas são. E tem a ver com minha vida porque ja adotei uma cachorrinha.            

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Resenha feita por Jessica Alice Harrad Reis
Autor: Ricardo Azevedo
Editora: Saraiva
Livro: Contos de enganar a morte
Estudo na Escola Municipal Batel 5ªA, Curitiba, Paraná, Brasil.
Era uma vez um homem muito pobre que vivia num bairro pobre. Um belo dia sua mulher descobriu que iria ter seu sétimo filho. O homem não sabia o que fazer para achar um padrinho para seu filho. Caminhando pela rua deserta sozinho, ouviu uma voz estranha dizendo que iria lhe ajudar. Seu nome era a morte, ela era simpática e truqueira. Chegando em casa, contou para sua mulher que conseguiu um padrinho para seu filho. Passou um mês, o pobre homem não queria a morte perto de seu filho, então foi logo falar com ela e ela ficou muito brava. Queria se vingar do homem. Queria matá-lo, mas o homem disse que queria um ultimo desejo antes de morrer. Disse que queria rezar e que se ele não terminasse a reza, a morte não iria leva-ló dali. O homem deu o truque e não terminou sua reza a morte ficou brava e foi embora. Um longo tempo depois o homem foi fazer uma viagem e no caminho encontrou um corpo e começou a rezar o pai-nosso, e ali estava a morte disfarçada e pegou o homem de surpresa e levou ele embora para sempre.

O que tem a ver com minha vida é  que já fiz alguns truquezinhos para enganar algumas pessoas.


Eu aprendi com essa história que mesmo que a pessoa seja ruim, não devemos enganar ninguém e nem mentir pra ninguém porque é muito feio.


 


 

quinta-feira, 28 de julho de 2016

   Mistério na Piscina
Quando eu tinha 10 anos, os meus pais me colocaram para ter aulas de natação em uma academia em São Paulo. A piscina tinha tamanho olímpico, uma parte rasa e uma parte funda com três trampolins em uma plataforma, um mais alto do que o outro. Tudo estava indo bem, até o professor nos levar para treinar nos trampolins. No trampolim mais baixo eu não tive problemas, usava ele numa boa. Então chegou a hora de usar os trampolins mais altos. Enquanto eu subia a escada eu estava ansiosa para pular lá de cima. Mas quando eu subi na plataforma mais alta e olhei lá para baixo, eu vi algo na água.
Um garoto estava deitado no fundo da piscina. Ele estava virado para baixo e não se mexia. Ele estava pálido e eu tive a impressão que ele estava lá já havia algum tempo. Eu gritei e avisei o professor o que eu estava vendo, e então todos saíram da piscina e foram para a área seca, e o professor pulou na água, só que não achou ninguém lá embaixo. Enquanto isso eu descia da plataforma, e quando cheguei no chão e olhei para a piscina, não tinha mais ninguém lá embaixo, só o professor. Ele ficou muito bravo comigo, mas não me deu uma bronca muito grande, pois achou que eu tivesse visto algum dos garotos nadando lá embaixo, ou que era a minha imaginação arranjando alguma desculpa para não pular lá de cima. Em qualquer caso, as aulas do dia tinham acabado.
Na aula seguinte, nós começamos a nadar seguindo as faixas pretas dos azulejos escuros no fundo da piscina. Nós começávamos no raso, nadávamos até o fundo e voltávamos. Quando eu cheguei no fundo, eu fiquei assustada quando vi o mesmo garoto deitado no fundo da piscina. Eu parei de nadar e fiquei apenas olhando ele com a cabeça dentro da água. Ele realmente não estava se mexendo. Então eu continuei nadando e quando cheguei na beirada da piscina eu sai da água. O professor falou para eu voltar para a piscina e terminar o exercício, mas eu falei que não ia até que aquele garoto saísse de lá. Ele foi até onde eu estava e falou que eu tinha que superar o meu medo de ir para a parte funda da piscina. Eu falei para ele que eu não tinha medo, mas eu não queria ficar lá com aquele garoto no fundo da piscina. Ele me colocou na beirada da piscina e falou para eu apontar exatamente aonde estava o garoto. Quando eu olhei para a água, ele não estava mais lá. O professor me colocou de volta na água e falou para eu continuar nadando, que o resto da classe estava me esperando terminar. Quando eu comecei a nadar de novo, eu coloquei a cabeça na água e então vi o garoto lá embaixo de novo. Mas dessa vez eu continuei nadando e sai na parte rasa, me juntando aos outros alunos.
Durante o resto da aula naquele dia, eu ficava com a impressão de que tinha alguém atrás de mim o tempo todo, embaixo da água. Mas sempre que eu virava, não tinha ninguém lá. Então chegou a hora de usar os trampolins. Eu engoli a seco e subi a escada. Como eu temia, lá estava ele, o garoto deitado no fundo da piscina. Eu hesitei por um instante e o professor e o resto da classe começou a falar para eu pular logo. Eu decidi que ia pular, peguei impulso e quando eu estava para tirar o pé do trampolim, eu vi o garoto se virar, olhar para mim e sorrir de um jeito que me dá arrepios só de lembrar. Eu escorreguei e cai na água de barriga.
Todo mundo estava rindo de mim, quando eu olhei para onde o garoto estava no fundo da piscina, ele não estava mais lá.
Depois disso, sempre que eu entrava na piscina, eu tinha aquela impressão de que tinha alguém atrás de mim, mas sempre que eu virava nunca tinha ninguém. E eu já não estava mais agüentando aquilo. Eu decidi que nunca mais iría pular do trampolim mais alto, e o professor respeitou a minha decisão, falando que eu devia ter medo de altura. Em um dos últimos dias das aulas de natação, nós estávamos nadando do raso até o fundo (eu insistia em ficar do lado da borda da piscina, assim não teria que nadar sobre o lugar que o garoto sempre aparecia). Quando estava na metade do caminho, eu senti alguém segurando na minha perna e me puxar para trás. Eu acabei indo para debaixo da água com a força da puxada e então me virei rápido para ver quem era. Era aquele garoto, segurando a minha perna e ele estava com um sorriso ameaçador no rosto. Parecia que ele queria me puxar para o fundo da piscina. Ele estava segurando forte e estava claro o que ele estava fazendo. Ele queria me afogar, queria que eu ficasse lá embaixo com ele. Eu também senti um ódio muito grande vindo dele. Eu comecei a chutar a mão dele e de algum modo consegui me libertar depois de um bom tempo. Eu nadei para a superfície e sai da água correndo. Eu estava assustada, mas sabia que não podia simplesmente falar o que tinha acontecido para o professor. Eu falei que estava com cãibra na perna e achei que ia afundar.Eu fui até o vestiário, me troquei, e fui até a recepção, e jurei nunca mais entrar naquela piscina de novo. Quando o meu pai veio me buscar, o professor nos chamou na piscina para conversar sobre o que estava acontecendo. Eu não ia falar que a piscina dele era assombrada, eles iam achar que eu estava mentindo ou que era louca, então simplesmente falei que não queria mais ter aulas de natação, que queria parar. O meu pai perguntou qual era o problema, e eu falei que não tinha problema nenhum, só que eu não queria mais ter aula de natação. Sem ter muito sobre o que discutir, ele falou que tudo bem, que se eu não queria, não precisava fazer mais as aulas. Enquanto nós estávamos saindo da área da piscina, eu me virei e dei uma última olhada para a água. Eu vi o garoto, um pouco abaixo da superfície, acenando para mim, com um jeito zombeteiro. Eu me virei e fui para casa, e nunca mais voltei para aquele lugar.

domingo, 24 de julho de 2016

Resenha do livro: Por que perder a paciência?

por Jessica Alice Harrad Reis 

Autora: Ved Prakash

Editora: Cedic

Estudo na Escola Municipal Batel, Curitiba, Paraná, Brasil.
Um belo dia duas amigas Lívia e Nina estavam no recreio da escola e Lívia teve uma ideia de fazer um campeonato de pular corda. Lívia pulou até 24 e Nina pulou até 35. Lívia ficou tão brava com a amiga que puxou a corda dela e disse que não aceitaria que Nina fizesse aquilo com ela. Então a professora chegou e disse à Lívia que ela era a melhor do mundo ou do universo e que ninguém chegava aos pés dela. Lívia com certeza captou a mensagem que a professora quis deixar. Depois disso pediu desculpas à amiga e voltaram a brincar novamente. Moral da história: tente controlar seus temperamentos quando uma pessoa ou um competidor é melhor que você. Só brigue em último caso, é melhor elogiar.‏

domingo, 17 de julho de 2016

Resenha por Jéssica Alice Harrad Reis

Livro: Cachorrinho Mágico (sonho de festa)

Autora: Sue Bentley

Editora: Fundamento

Estudo na Escola Municipal Batel, Curitiba, Paraná, Brasil.

Tudo começou assim: Era uma vez um lobo chamado Tempestade que era muito educado, responsável e cuidadoso. Ele cuidava de sua matilha, dos irmãos, de sua mãe, e do seu pai. Mas um dia um lobo muito mal acabou matando seus irmãos, seu pai e machucou sua mãe. Tempestade o lobo sentiu muita raiva desse lobo chamado Sombra e teve que se proteger desse bendito lobo e se disfarçar de dálmata. Então ele fugiu para bem longe onde acabou encontrando Paige, uma menina séria, divertida e carinhosa. Paige tinha ido passar duas semanas na casa de sua avó, mãe de Kath, o pai de Paige. E quando ele foi dormir viu uma luz brilhando pelo quarto e viu que era Tempestade o lobo. Tempestade o lobo conversou com Paige a noite toda e ela acabou cuidando por um tempo até ele crescer e cuidar da sua matilha como cuidava. Eu aprendi a cuidar da minha família porque ela é uma só. Tem a ver com minha vida porque já perdi meu‏ pai biológico,foi muito triste e acbei perdendo minha mãe também mais ganhei 2 pais e 2 irmãos. 

domingo, 10 de julho de 2016

Aprendendo com o Proerd.

O  Proerd representa um programa sobre drogas e bebidas alcoólicas, que infelizmente quando usados exageradamente são ruins para nossa vida e a dos nossos amigos.

Bom é importante para mim porque eu morava em um lugar que as pessoas abusavam das drogas. Além disso,  as bebidas alcoólicas podem causar problemas no cérebro  e câncer  nas pessoas que abusam das drogas e das bebidas.

Aprendi a dizer não às drogas e eu nunca vou abusar das bebidas,  nem do cigarro, nem das drogas!

A mensagem que eu deixo e a seguinte, nunca usem drogas  porque podem causar  muitos  sintomas perigosos  e podem levar à  morte. E vocês não estão a fim disso, né?

Viva o Proed!

Eu juro pela minha palavra de escoteira nunca vou abusar das  drogas ou do álcool.

O programa mais legal do mundo é o Proerd !

Obrigada  professor Jardel por me ensinar a dizer não às drogas. Nunca vou esquecer tudo o que você fez para me ajudar, eu juro!!!

 



quinta-feira, 16 de junho de 2016

Resumo  “A  Família”por Jessica Alice Harrad Reis.
Estudo na Escola Municipal Batel, Curitiba, Paraná, Brasil.

Eu fui adotada por dois homens e não tenho preconceito. Dizem que adotar criança de um a sete anos de idade e mais fácil de ensinar, só que não é bem assim, criança de qualquer idade pode ser adotada e ensinada. Tem pessoas que em vez de adotar grande, adotam crianças pequenas mas não posso julga-lós  por isso.As pessoas fazem o  que quiser até tomar decisão errada.Fazer o que? E a vida. Mas  a vida é cheia de decisões pelo caminho que perseguimos.Bom mas eu acho que deveriam adotar grandes também. Eu aprendi com meus 2 pais  a respeitar a opinião das outras pessoas .E tenho que dar valor á família que tenho hoje.Não existe família igual a essa.Família é tudo igual, mas a minha e mais legal.!!!

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Resenha por Jessica Alice Harrad Reis. 
Estudo na Escola Municipal Batel, Curitiba, Paraná, Brasil. 

Livro: Compostura 
Autora: Henrietta Gambill 
Ilustração: Kathryn Hutton

Compostura é uma qualidade na nossa vida . Ter compostura é esperar um(a) amigo(a) terminar de falar, mesmo você querendo falar também. Ter compostura é você não dar comida para o seu cachorro quando estiver na mesa. Ter compostura é prestar a atenção na professora na hora da explicação. Comer a sobremesa depois da janta é ter compostura. Eu aprendi que devo respeitar meus pais e obedecer às regras deles, mesmo que seja chato, mas para mim até que é bom. Tem a ver comigo porque nunca tive tanta regra quando eu morava no Rio de Janeiro, mas agora mudou, tenho muitas regras e sou muito feliz com a compostura e as regrinhas.

terça-feira, 14 de junho de 2016

autora; silvia  Maria   de   campos.

Editora. Via2000  ltda

LiVro . uma  porquinha  chamada  pipoca .

Pipoca tinha um espelho  encantado ela toda hora  falava com ele  um dia ela pediu que ele deixasse  ela mais magra, com as orelhas grandes, e com o pé grande e um focinho  grande.

 Então Ela foi até a cozinha a mãe  dela viu ela e gritou socorro  a   tem um bicho aqui  . calma mãe sou eu  . não e você não nem te  conheço  eu vou procurar a minha filha  pipoca,  ficou  furiosa  e pediu o seu corpo de volta,   após  acordar ela tinha voltado  ao normal.


Eu aprendi a me aceitar do jeito  que sou.     Tem a verque eu não posso ficar passando muita maquiagem  e ser um pouco natural. Feita por Jessica Alice Harrad Reis.

Quando a gente fala em ballet, em bailarinos homens não tem como não vir às nossas cabeças o incrível Mikhail Baryshnikov! De uma expressão incomparável. Conheça um pouco mais da vida bailarinística dele aqui





Biografia

Nascido na Letônia e naturalizado norte-americano, começou seus estudos de balé em 1960. Em 1964, ele entrou na Escola Vaganova, na então Leningrado, logo na conquista do primeiro prêmio, na divisão júnior do Concurso Internacional Varna. Ele entrou o Balé Kirov e fez sua estréia no Teatro Mariinsky, em 1967, dançando o "camponês" pas de deux de Giselle. O talento de Baryshnikov, em particular a força de sua fase de sua presença e pureza técnica clássica, foi reconhecido por vários coreógrafos soviéticos, incluindo Oleg Vinogradov, Konstantin Sergeyev, Igor Tchernichov, e Leonid Jakobson bailado criado por ele. O virtuoso Vestris, de Jakobson, em 1969, juntamente com uma intensidade emocional de Albrecht, em Giselle, tornou-se a sua assinatura papéis. Embora ainda na União Soviética, foi chamado pelo crítico Clive Barnes "o mais perfeito bailarino que alguma vez vi".
Baryshnikov é frequentemente citado ao lado de Vaslav Nijinsky e Rudolf Nureyev como um dos maiores bailarinos da história. Após um promissor início de carreira no Kirov Ballet em Leningrado, ele foi ao Canadá, em 1974, em busca de maiores oportunidades na dança ocidental. Após atuar como autônomo ao lado de várias companhias, juntou-se à Companhia de Ballet de Nova Iorque como solista para aprender o estilo de movimento de George Balanchine. Ele dançou com a companhia American Ballet Theatre, onde posteriormente se tornou diretor artístico.
Baryshnikov liderou muitos de seus próprios projetos artísticos e foi associado principalmente à promoção da dança moderna, lançando dezenas de novos trabalhos, incluindo muitos dele próprio. Seu sucesso como ator no teatro, cinema e televisão o ajudaram a se tornar provavelmente o mais largamente reconhecido bailarino contemporâneo. Em 1977, ele recebeu uma indicação para o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e para o Globo de Ouro por seu trabalho como "Yuri Kopeikine" no filme "O Ponto de Mutação (filme)"
Enquanto em uma turnê no Canadá com o Balé Kirov em 1974, Baryshnikov mudou de lado, posicionando-se contra o regime popular socialista, pedindo asilo político em Toronto, a 29 de junho. Ele declarou posteriormente que Christina Berlim, uma amiga americana, o ajudou a planejar sua mudança de lado durante sua turnê 1970 de Londres. Sua primeira performance após a sair do isolamento temporário no Canadá foi com o Balé Nacional do Canadá, em uma versão televisiva de "La Sylphide". Ele então passou aos Estados Unidos.
De 1974 a 1979, ele foi o principal bailarino do American Ballet Theatre (ABT), onde ele se associa com Gelsey Kirkland. Ele também trabalhou com o [New York City Ballet], com George Balanchine. Também excursionou ballet e dança moderna em companhias ao redor do mundo por quinze meses. Vários papéis foram criados por ele, incluindo os Opus 19: A Dreamer (1979), por Jerome Robbins, Rhapsody (1980), por Frederick Ashton, e Outras Danças (com Natalia Makarova) por Jerome Robbins. Ele retornou a ABT, em 1980 como dançarino e diretor artístico, cargo que ocupou durante uma década. Em 3 de julho de 1986, ele se tornou um cidadão naturalizado dos Estados Unidos. De 1990 a 2002, Baryshnikov era diretor artístico da White Oak Dance Project, uma empresa que ele co-fundou com Mark Morris. Em 2004 ele lançou o Baryshnikov Arts Centre, em Nova Iorque.
Durante apresentação no Canadá em 1974, ele buscou asilo no país e, em 1986, naturalizou-se norte-americano. Foi bailarino do American Ballet Theater de Nova Iorque onde foi bailarino de 1974 a 1989, e onde estrelou A Bela Adormecida (1975); Hamlet Conotations (1976); Giselle (1977); Balanchine (1980); Don Quixote (1989). Também foi diretor da companhia do American Ballet Theater entre 1985 e 1989. Além de bailarino é ator, tendo estrelado o filme O Sol da Meia-Noite (White Nights de 1985) ao lado do dançarino e ator americano, Gregory Hines.

Carreira como bailarino



O talento de Baryshnikov foi evidente a partir de sua juventude, mas o sistema soviético na qual ele cresceu foi mal adequado para desenvolvê-lo. Mais baixo que a maioria dos bailarinos, ele não poderia segurar uma bailarina em pontas e, por isso, foi relegado para segundo plano. Seu principal objetivo de deixar a Rússia foi o de trabalhar com inovadores; nos primeiros dois anos após a sua deserção, ele dançou para nada menos que 13 diferentes coreógrafos, incluindo Jerome Robbins, Glen Tetley, Alvin Ailey, e Twyla Tharp. "Não importa se cada balé é um sucesso ou não", disse à crítica de dança do New York Times Anna Kisselgoff, em 1976, "A nova experiência dá-me muito."
Em 1987, ele abandonou a sua carreira de free-lancer para passar 18 meses como um dos principais bailarinos do New York City Ballet, coreografado pelo lendário George Balanchine. "Sr. B", como ele era conhecido, raramente, se congratulava com artistas convidados e se recusaram a trabalhar com ambos Nureyev e Makarova; Baryshnikov da decisão de dedicar a sua plena atenções para a companhia de Nova Iorque, atordoados mundo da dança. Balanchine nunca criou um novo trabalho para Baryshnikov, embora ele fez coeografias para bailarina no seu estilo distinto, mas Baryshnikov triunfou em papéis tais como Apolo, filho pródigo, e Rubies. Robbins fez, no entanto, criar a Opus 19: A Dreamer de Baryshnikov, para a sua favorita no NYCB, Patricia McBride. Em 1980, ele se tornou Diretor Artístico do American Ballet Theatre e mudou o seu papel de intérprete a diretor.
No entanto, o seu fascínio com o novo ele ficou em boas substituam. Embora sua técnica tenha perdido o seu flash, o seu domínio de gesto e stagecraft permanece atraente. Como ele observou, "Não importa quão alto você levante sua perna. A técnica é àcerca de transparência, simplicidade e fazer uma séria tentativa." Criou The White Oak Project, que foi formado para criar trabalho para bailarinos mais velhos. Num recital terminou fazendo apenas uma curta dança na festa do seu 60.º aniversário, em 2007, ele apareceu em uma produção de quatro peças de Samuel Beckett, encenado pela diretora de vanguarda Joanne Akalaitis. Ao unir disciplina e carisma, ele formou um elenco excepcionalmente longa carreira e uma longa sombra sobre a dança contemporânea mundo.
Ele recebeu dois diplomas honorários; em 28 de setembro de 2007 a partir de Shenandoah Conservatório de Shenandoah University, e em 11 de maio de 2006, de New York University.
Para o período de vigência do verão 2006, ele entrou em turnê com o Hell's Kitchen Dance, que foi patrocinado pelo Centro de Artes Baryshnikov. Apresentando obras de Baryshnikov Arts Center, com os dançarinos residentes Azsure Barton e Benjamin Millipied, a empresa excursionou pelos Estados Unidos e Espanha.
Em finais de Agosto 2007 Baryshnikov realizou a dança Mats Ek's Place (título original sueco, Ställe) com Ana Laguna em Dansens Hus, em Estocolmo.

quarta-feira, 20 de abril de 2016



Resenha por Jessica de Jesus Ribeiro.   Estudo na Escola Municipal Batel ,Curitiba,Paraná ,Brasil.

Livro: Os oito pares de sapatos de Cinderela

 Autor: José Roberto e Marcus Aurelius

Editor (a): Clarisse Cintra.              

Era uma vez uma menina chamada Cinderela. Era uma moça bonita e inteligente. Moravam com sua mãe e seu pai. Eles eram tão felizes. Mas logo a felicidade acabou , sua mãe se sentiu mal e acabou falecendo, Cinderela e seu pai ficaram muito tristes com isso o pai de Cinderela passou a usar roupas escuras. Uma semana depois a felicidade voltou e o pai de Cinderela voltou a usar roupas  coloridas, sapatos , camisetas ,gravata ,calça  etc.

Um dia o pai de Cinderela conheceu uma viúva que tinha duas filhas a Cremilda e Romilda, e se casou com a moça...

Os dias passaram e o pai de Cinderela morreu foi tão triste. Mas a madrasta começou a obrigar a Cinderela limpar tudo.!!!Um dia o príncipe daria um baile para a todas as moças irem.  Só que a madrasta não deixou Cinderela ir. Cinderela começou a chorar e fez uma poça de lágrimas que de La saiu uma fada do outono que veio ajudá-la e assim ela foi com um vestido lindo e um sapatinho de cristal. Ficou muito bonito. Mas antes da meia-noite ela voltaria e a madrasta não a reconheceria. Dançou muito  até a meia-noite com o príncipe .Quando o relógio marcou meia-noite ela saiu correndo e deixou o sapatinho cair e foi embora. Dias depois o príncipe foi tentar achar a dona do sapatinho e acabou encontrando Cinderela a dona. Se  casaram  e viveram felizes para sempre!!!                                                                         

Eu aprendi que devo valorizar meus pais e não desrespeitar eles.        Tem a ver com a minha vida porque eu sei como é perde os pais.                                            

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Relato das férias



Relato das férias


Jéssica Harrad Reis
5º ano, Escola Municipal Batel, Curitiba
Assim que cheguei em Santa Catarina/Balneário Camboriú arrumei as coisas e saí para almoçar no restaurante com minha família.
Peguei um ônibus que leva a gente para todas as praias, Estaleiro, Laranjeiras, Taquaras.
Nos fomos no Cristo Luz. Dançamos até cair e nos divertimos muito porque nossos tios estavam lá também.
Passamos o réveillon na praia. Meu irmão dançou no palco junto com um grupo de dança.

Ilha do Mel.

Chegando na Ilha do Mel ficamos na melhor pousada de Encantadas. Fomos na praça de alimentação e comemos. Conheci algumas meninas e meninos. Eles me avisaram que iria ter um forró por causa do carnaval, então eu fui com a minha família e me diverti muito, dancei pra chuchu. No outro dia tomei o café mais chique que já tomei. Tinha frutas, bolos, leite, chocolate em pó, etc. Fui no forró à noite de novo. Foi muito bacana. No almoço de domingo foi paella. Também na 3ª feira fui à festa de uma amiga, foi muito engraçado. Na 4ª feira fui para casa de uns amigos. Quando voltei meu pai disse que tinha um animal que ganhei de um amigo. Era uma gata fofa demais. Decidimos leva-la para Curitiba. Chegando em Curitiba os meus cachorros ficaram malucos, mas se acostumaram com ela. Decidimos que ela se chamará Lilith Mel.

Em Curitiba: fui para a Biblioteca Pública do Paraná estudar e participar de mais um dia de gincana. Foi legal, filmamos, jogamos no computador e viemos para casa comer e conversar com o meu tio que estava passando o final de semana com a gente. Revi meus amigos e brinquei.