domingo, 10 de julho de 2016

Aprendendo com o Proerd.

O  Proerd representa um programa sobre drogas e bebidas alcoólicas, que infelizmente quando usados exageradamente são ruins para nossa vida e a dos nossos amigos.

Bom é importante para mim porque eu morava em um lugar que as pessoas abusavam das drogas. Além disso,  as bebidas alcoólicas podem causar problemas no cérebro  e câncer  nas pessoas que abusam das drogas e das bebidas.

Aprendi a dizer não às drogas e eu nunca vou abusar das bebidas,  nem do cigarro, nem das drogas!

A mensagem que eu deixo e a seguinte, nunca usem drogas  porque podem causar  muitos  sintomas perigosos  e podem levar à  morte. E vocês não estão a fim disso, né?

Viva o Proed!

Eu juro pela minha palavra de escoteira nunca vou abusar das  drogas ou do álcool.

O programa mais legal do mundo é o Proerd !

Obrigada  professor Jardel por me ensinar a dizer não às drogas. Nunca vou esquecer tudo o que você fez para me ajudar, eu juro!!!

 



quinta-feira, 16 de junho de 2016

Resumo  “A  Família”por Jessica Alice Harrad Reis.
Estudo na Escola Municipal Batel, Curitiba, Paraná, Brasil.

Eu fui adotada por dois homens e não tenho preconceito. Dizem que adotar criança de um a sete anos de idade e mais fácil de ensinar, só que não é bem assim, criança de qualquer idade pode ser adotada e ensinada. Tem pessoas que em vez de adotar grande, adotam crianças pequenas mas não posso julga-lós  por isso.As pessoas fazem o  que quiser até tomar decisão errada.Fazer o que? E a vida. Mas  a vida é cheia de decisões pelo caminho que perseguimos.Bom mas eu acho que deveriam adotar grandes também. Eu aprendi com meus 2 pais  a respeitar a opinião das outras pessoas .E tenho que dar valor á família que tenho hoje.Não existe família igual a essa.Família é tudo igual, mas a minha e mais legal.!!!

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Resenha por Jessica Alice Harrad Reis. 
Estudo na Escola Municipal Batel, Curitiba, Paraná, Brasil. 

Livro: Compostura 
Autora: Henrietta Gambill 
Ilustração: Kathryn Hutton

Compostura é uma qualidade na nossa vida . Ter compostura é esperar um(a) amigo(a) terminar de falar, mesmo você querendo falar também. Ter compostura é você não dar comida para o seu cachorro quando estiver na mesa. Ter compostura é prestar a atenção na professora na hora da explicação. Comer a sobremesa depois da janta é ter compostura. Eu aprendi que devo respeitar meus pais e obedecer às regras deles, mesmo que seja chato, mas para mim até que é bom. Tem a ver comigo porque nunca tive tanta regra quando eu morava no Rio de Janeiro, mas agora mudou, tenho muitas regras e sou muito feliz com a compostura e as regrinhas.

terça-feira, 14 de junho de 2016

autora; silvia  Maria   de   campos.

Editora. Via2000  ltda

LiVro . uma  porquinha  chamada  pipoca .

Pipoca tinha um espelho  encantado ela toda hora  falava com ele  um dia ela pediu que ele deixasse  ela mais magra, com as orelhas grandes, e com o pé grande e um focinho  grande.

 Então Ela foi até a cozinha a mãe  dela viu ela e gritou socorro  a   tem um bicho aqui  . calma mãe sou eu  . não e você não nem te  conheço  eu vou procurar a minha filha  pipoca,  ficou  furiosa  e pediu o seu corpo de volta,   após  acordar ela tinha voltado  ao normal.


Eu aprendi a me aceitar do jeito  que sou.     Tem a verque eu não posso ficar passando muita maquiagem  e ser um pouco natural. Feita por Jessica Alice Harrad Reis.

Quando a gente fala em ballet, em bailarinos homens não tem como não vir às nossas cabeças o incrível Mikhail Baryshnikov! De uma expressão incomparável. Conheça um pouco mais da vida bailarinística dele aqui





Biografia

Nascido na Letônia e naturalizado norte-americano, começou seus estudos de balé em 1960. Em 1964, ele entrou na Escola Vaganova, na então Leningrado, logo na conquista do primeiro prêmio, na divisão júnior do Concurso Internacional Varna. Ele entrou o Balé Kirov e fez sua estréia no Teatro Mariinsky, em 1967, dançando o "camponês" pas de deux de Giselle. O talento de Baryshnikov, em particular a força de sua fase de sua presença e pureza técnica clássica, foi reconhecido por vários coreógrafos soviéticos, incluindo Oleg Vinogradov, Konstantin Sergeyev, Igor Tchernichov, e Leonid Jakobson bailado criado por ele. O virtuoso Vestris, de Jakobson, em 1969, juntamente com uma intensidade emocional de Albrecht, em Giselle, tornou-se a sua assinatura papéis. Embora ainda na União Soviética, foi chamado pelo crítico Clive Barnes "o mais perfeito bailarino que alguma vez vi".
Baryshnikov é frequentemente citado ao lado de Vaslav Nijinsky e Rudolf Nureyev como um dos maiores bailarinos da história. Após um promissor início de carreira no Kirov Ballet em Leningrado, ele foi ao Canadá, em 1974, em busca de maiores oportunidades na dança ocidental. Após atuar como autônomo ao lado de várias companhias, juntou-se à Companhia de Ballet de Nova Iorque como solista para aprender o estilo de movimento de George Balanchine. Ele dançou com a companhia American Ballet Theatre, onde posteriormente se tornou diretor artístico.
Baryshnikov liderou muitos de seus próprios projetos artísticos e foi associado principalmente à promoção da dança moderna, lançando dezenas de novos trabalhos, incluindo muitos dele próprio. Seu sucesso como ator no teatro, cinema e televisão o ajudaram a se tornar provavelmente o mais largamente reconhecido bailarino contemporâneo. Em 1977, ele recebeu uma indicação para o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e para o Globo de Ouro por seu trabalho como "Yuri Kopeikine" no filme "O Ponto de Mutação (filme)"
Enquanto em uma turnê no Canadá com o Balé Kirov em 1974, Baryshnikov mudou de lado, posicionando-se contra o regime popular socialista, pedindo asilo político em Toronto, a 29 de junho. Ele declarou posteriormente que Christina Berlim, uma amiga americana, o ajudou a planejar sua mudança de lado durante sua turnê 1970 de Londres. Sua primeira performance após a sair do isolamento temporário no Canadá foi com o Balé Nacional do Canadá, em uma versão televisiva de "La Sylphide". Ele então passou aos Estados Unidos.
De 1974 a 1979, ele foi o principal bailarino do American Ballet Theatre (ABT), onde ele se associa com Gelsey Kirkland. Ele também trabalhou com o [New York City Ballet], com George Balanchine. Também excursionou ballet e dança moderna em companhias ao redor do mundo por quinze meses. Vários papéis foram criados por ele, incluindo os Opus 19: A Dreamer (1979), por Jerome Robbins, Rhapsody (1980), por Frederick Ashton, e Outras Danças (com Natalia Makarova) por Jerome Robbins. Ele retornou a ABT, em 1980 como dançarino e diretor artístico, cargo que ocupou durante uma década. Em 3 de julho de 1986, ele se tornou um cidadão naturalizado dos Estados Unidos. De 1990 a 2002, Baryshnikov era diretor artístico da White Oak Dance Project, uma empresa que ele co-fundou com Mark Morris. Em 2004 ele lançou o Baryshnikov Arts Centre, em Nova Iorque.
Durante apresentação no Canadá em 1974, ele buscou asilo no país e, em 1986, naturalizou-se norte-americano. Foi bailarino do American Ballet Theater de Nova Iorque onde foi bailarino de 1974 a 1989, e onde estrelou A Bela Adormecida (1975); Hamlet Conotations (1976); Giselle (1977); Balanchine (1980); Don Quixote (1989). Também foi diretor da companhia do American Ballet Theater entre 1985 e 1989. Além de bailarino é ator, tendo estrelado o filme O Sol da Meia-Noite (White Nights de 1985) ao lado do dançarino e ator americano, Gregory Hines.

Carreira como bailarino



O talento de Baryshnikov foi evidente a partir de sua juventude, mas o sistema soviético na qual ele cresceu foi mal adequado para desenvolvê-lo. Mais baixo que a maioria dos bailarinos, ele não poderia segurar uma bailarina em pontas e, por isso, foi relegado para segundo plano. Seu principal objetivo de deixar a Rússia foi o de trabalhar com inovadores; nos primeiros dois anos após a sua deserção, ele dançou para nada menos que 13 diferentes coreógrafos, incluindo Jerome Robbins, Glen Tetley, Alvin Ailey, e Twyla Tharp. "Não importa se cada balé é um sucesso ou não", disse à crítica de dança do New York Times Anna Kisselgoff, em 1976, "A nova experiência dá-me muito."
Em 1987, ele abandonou a sua carreira de free-lancer para passar 18 meses como um dos principais bailarinos do New York City Ballet, coreografado pelo lendário George Balanchine. "Sr. B", como ele era conhecido, raramente, se congratulava com artistas convidados e se recusaram a trabalhar com ambos Nureyev e Makarova; Baryshnikov da decisão de dedicar a sua plena atenções para a companhia de Nova Iorque, atordoados mundo da dança. Balanchine nunca criou um novo trabalho para Baryshnikov, embora ele fez coeografias para bailarina no seu estilo distinto, mas Baryshnikov triunfou em papéis tais como Apolo, filho pródigo, e Rubies. Robbins fez, no entanto, criar a Opus 19: A Dreamer de Baryshnikov, para a sua favorita no NYCB, Patricia McBride. Em 1980, ele se tornou Diretor Artístico do American Ballet Theatre e mudou o seu papel de intérprete a diretor.
No entanto, o seu fascínio com o novo ele ficou em boas substituam. Embora sua técnica tenha perdido o seu flash, o seu domínio de gesto e stagecraft permanece atraente. Como ele observou, "Não importa quão alto você levante sua perna. A técnica é àcerca de transparência, simplicidade e fazer uma séria tentativa." Criou The White Oak Project, que foi formado para criar trabalho para bailarinos mais velhos. Num recital terminou fazendo apenas uma curta dança na festa do seu 60.º aniversário, em 2007, ele apareceu em uma produção de quatro peças de Samuel Beckett, encenado pela diretora de vanguarda Joanne Akalaitis. Ao unir disciplina e carisma, ele formou um elenco excepcionalmente longa carreira e uma longa sombra sobre a dança contemporânea mundo.
Ele recebeu dois diplomas honorários; em 28 de setembro de 2007 a partir de Shenandoah Conservatório de Shenandoah University, e em 11 de maio de 2006, de New York University.
Para o período de vigência do verão 2006, ele entrou em turnê com o Hell's Kitchen Dance, que foi patrocinado pelo Centro de Artes Baryshnikov. Apresentando obras de Baryshnikov Arts Center, com os dançarinos residentes Azsure Barton e Benjamin Millipied, a empresa excursionou pelos Estados Unidos e Espanha.
Em finais de Agosto 2007 Baryshnikov realizou a dança Mats Ek's Place (título original sueco, Ställe) com Ana Laguna em Dansens Hus, em Estocolmo.

quarta-feira, 20 de abril de 2016



Resenha por Jessica de Jesus Ribeiro.   Estudo na Escola Municipal Batel ,Curitiba,Paraná ,Brasil.

Livro: Os oito pares de sapatos de Cinderela

 Autor: José Roberto e Marcus Aurelius

Editor (a): Clarisse Cintra.              

Era uma vez uma menina chamada Cinderela. Era uma moça bonita e inteligente. Moravam com sua mãe e seu pai. Eles eram tão felizes. Mas logo a felicidade acabou , sua mãe se sentiu mal e acabou falecendo, Cinderela e seu pai ficaram muito tristes com isso o pai de Cinderela passou a usar roupas escuras. Uma semana depois a felicidade voltou e o pai de Cinderela voltou a usar roupas  coloridas, sapatos , camisetas ,gravata ,calça  etc.

Um dia o pai de Cinderela conheceu uma viúva que tinha duas filhas a Cremilda e Romilda, e se casou com a moça...

Os dias passaram e o pai de Cinderela morreu foi tão triste. Mas a madrasta começou a obrigar a Cinderela limpar tudo.!!!Um dia o príncipe daria um baile para a todas as moças irem.  Só que a madrasta não deixou Cinderela ir. Cinderela começou a chorar e fez uma poça de lágrimas que de La saiu uma fada do outono que veio ajudá-la e assim ela foi com um vestido lindo e um sapatinho de cristal. Ficou muito bonito. Mas antes da meia-noite ela voltaria e a madrasta não a reconheceria. Dançou muito  até a meia-noite com o príncipe .Quando o relógio marcou meia-noite ela saiu correndo e deixou o sapatinho cair e foi embora. Dias depois o príncipe foi tentar achar a dona do sapatinho e acabou encontrando Cinderela a dona. Se  casaram  e viveram felizes para sempre!!!                                                                         

Eu aprendi que devo valorizar meus pais e não desrespeitar eles.        Tem a ver com a minha vida porque eu sei como é perde os pais.                                            

domingo, 21 de fevereiro de 2016

Relato das férias



Relato das férias


Jéssica Harrad Reis
5º ano, Escola Municipal Batel, Curitiba
Assim que cheguei em Santa Catarina/Balneário Camboriú arrumei as coisas e saí para almoçar no restaurante com minha família.
Peguei um ônibus que leva a gente para todas as praias, Estaleiro, Laranjeiras, Taquaras.
Nos fomos no Cristo Luz. Dançamos até cair e nos divertimos muito porque nossos tios estavam lá também.
Passamos o réveillon na praia. Meu irmão dançou no palco junto com um grupo de dança.

Ilha do Mel.

Chegando na Ilha do Mel ficamos na melhor pousada de Encantadas. Fomos na praça de alimentação e comemos. Conheci algumas meninas e meninos. Eles me avisaram que iria ter um forró por causa do carnaval, então eu fui com a minha família e me diverti muito, dancei pra chuchu. No outro dia tomei o café mais chique que já tomei. Tinha frutas, bolos, leite, chocolate em pó, etc. Fui no forró à noite de novo. Foi muito bacana. No almoço de domingo foi paella. Também na 3ª feira fui à festa de uma amiga, foi muito engraçado. Na 4ª feira fui para casa de uns amigos. Quando voltei meu pai disse que tinha um animal que ganhei de um amigo. Era uma gata fofa demais. Decidimos leva-la para Curitiba. Chegando em Curitiba os meus cachorros ficaram malucos, mas se acostumaram com ela. Decidimos que ela se chamará Lilith Mel.

Em Curitiba: fui para a Biblioteca Pública do Paraná estudar e participar de mais um dia de gincana. Foi legal, filmamos, jogamos no computador e viemos para casa comer e conversar com o meu tio que estava passando o final de semana com a gente. Revi meus amigos e brinquei.