quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Resenha feita por Jéssica Alice Harrad Reis

Autor:Marcelo Duarte

Livro: O ladrão de sorriso

Editora: Ática

Estudo na Escola Municipal Batel, Curitiba, Paraná, Brasil.

Um circo se instala na cidade. A escola de Beatriz e Otávio vai ao circo, mas como Beatriz passou mal, não pode ir. Ela ansiosa, para saber como estava no circo desce rápido do carro e entra correndo na sala e pergunta à Isadora como estava. Mas ela também não foi ao circo. Pergunta à Ingrid, ela responde de mau humor "legal". No recreio ninguém conversa. De tarefa a professora pede para eles entrevistarem um personagem do circo. Beatriz convida os amigos e seus pais para irem ao circo no final de semana.
           O fim de semana chega. Já no circo Beatriz vai procurar o trailer do palhaço Chicletão, entra lá e vê um pequeno vidro com uma caveira e de repente Chicletão aparece e expulsa Beatriz do trailer.
           Ao final Isadora vai ao  banheiro e leva Beatriz junto. Quando voltam estão todos tristes menos elas. Beatriz vai entrevistar o dono do circo e também vê o frasco com a caveira.
           À  noite Beatriz envia um e-mail para Isadora e Otávio combinando uma visita ao trailer do Chicletão no meio do espetáculo.
          No dia seguinte elas vão ao circo e Beatriz entra no trailer e  procura o frasco com a caveira e derrama seu perfume no chão e coloca um pouco do pó dentro do frasco do perfume.  Ao sair do circo eles  levam o frasco ao laboratório onde mandam o frasco  para os Estados Unidos.   Será que eles descobriram o que estava acontecendo nessa cidade que todas estavam tristes de mal-humor e cansados. Bom eu queria descobrir mas vou tem que ficar na curiosidade.

O que aprendi: aprendi que não devo ficar triste por qualquer coisa ou pessoa.

O que tem a ver comigo: Bom já envenenaram minha cachorrinha quando eu morava em outra cidade.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Resenha feita por Jéssica alice harrad reis.      Autores: Vicki Myron e Bret Witter. Editora: Camila Saraiva. Livro : Dewey o  gato da biblioteca.

Estudo na Escola Municipal Batel,Curitiba, Paraná ,Brasil

Era uma vez uma moça que cuidava da biblioteca há muito tempo. Um belo dia ela estava arrumando os livros e por incrível que pareça achou um gatinho no meio das coisas da biblioteca. Então essa moça passou a cuidar desse gatinho. Uma semana depois, chegou uma menina super legal na biblioteca e viu o gatinho dorminhoco na caminha dele. Ela chegou bem pertinho,  passou a mão nele e perguntou se ele tinha dono. A moça disse que não e se ela quisesse podia adota-lo. Sua mãe autorizou e ela o levou pra casa e todos os dias ela ia visitar a moça da biblioteca.
Eu aprendi que devo gostar das coisas do jeito que elas são. E tem a ver com minha vida porque ja adotei uma cachorrinha.            

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Resenha feita por Jessica Alice Harrad Reis
Autor: Ricardo Azevedo
Editora: Saraiva
Livro: Contos de enganar a morte
Estudo na Escola Municipal Batel 5ªA, Curitiba, Paraná, Brasil.
Era uma vez um homem muito pobre que vivia num bairro pobre. Um belo dia sua mulher descobriu que iria ter seu sétimo filho. O homem não sabia o que fazer para achar um padrinho para seu filho. Caminhando pela rua deserta sozinho, ouviu uma voz estranha dizendo que iria lhe ajudar. Seu nome era a morte, ela era simpática e truqueira. Chegando em casa, contou para sua mulher que conseguiu um padrinho para seu filho. Passou um mês, o pobre homem não queria a morte perto de seu filho, então foi logo falar com ela e ela ficou muito brava. Queria se vingar do homem. Queria matá-lo, mas o homem disse que queria um ultimo desejo antes de morrer. Disse que queria rezar e que se ele não terminasse a reza, a morte não iria leva-ló dali. O homem deu o truque e não terminou sua reza a morte ficou brava e foi embora. Um longo tempo depois o homem foi fazer uma viagem e no caminho encontrou um corpo e começou a rezar o pai-nosso, e ali estava a morte disfarçada e pegou o homem de surpresa e levou ele embora para sempre.

O que tem a ver com minha vida é  que já fiz alguns truquezinhos para enganar algumas pessoas.


Eu aprendi com essa história que mesmo que a pessoa seja ruim, não devemos enganar ninguém e nem mentir pra ninguém porque é muito feio.


 


 

quinta-feira, 28 de julho de 2016

   Mistério na Piscina
Quando eu tinha 10 anos, os meus pais me colocaram para ter aulas de natação em uma academia em São Paulo. A piscina tinha tamanho olímpico, uma parte rasa e uma parte funda com três trampolins em uma plataforma, um mais alto do que o outro. Tudo estava indo bem, até o professor nos levar para treinar nos trampolins. No trampolim mais baixo eu não tive problemas, usava ele numa boa. Então chegou a hora de usar os trampolins mais altos. Enquanto eu subia a escada eu estava ansiosa para pular lá de cima. Mas quando eu subi na plataforma mais alta e olhei lá para baixo, eu vi algo na água.
Um garoto estava deitado no fundo da piscina. Ele estava virado para baixo e não se mexia. Ele estava pálido e eu tive a impressão que ele estava lá já havia algum tempo. Eu gritei e avisei o professor o que eu estava vendo, e então todos saíram da piscina e foram para a área seca, e o professor pulou na água, só que não achou ninguém lá embaixo. Enquanto isso eu descia da plataforma, e quando cheguei no chão e olhei para a piscina, não tinha mais ninguém lá embaixo, só o professor. Ele ficou muito bravo comigo, mas não me deu uma bronca muito grande, pois achou que eu tivesse visto algum dos garotos nadando lá embaixo, ou que era a minha imaginação arranjando alguma desculpa para não pular lá de cima. Em qualquer caso, as aulas do dia tinham acabado.
Na aula seguinte, nós começamos a nadar seguindo as faixas pretas dos azulejos escuros no fundo da piscina. Nós começávamos no raso, nadávamos até o fundo e voltávamos. Quando eu cheguei no fundo, eu fiquei assustada quando vi o mesmo garoto deitado no fundo da piscina. Eu parei de nadar e fiquei apenas olhando ele com a cabeça dentro da água. Ele realmente não estava se mexendo. Então eu continuei nadando e quando cheguei na beirada da piscina eu sai da água. O professor falou para eu voltar para a piscina e terminar o exercício, mas eu falei que não ia até que aquele garoto saísse de lá. Ele foi até onde eu estava e falou que eu tinha que superar o meu medo de ir para a parte funda da piscina. Eu falei para ele que eu não tinha medo, mas eu não queria ficar lá com aquele garoto no fundo da piscina. Ele me colocou na beirada da piscina e falou para eu apontar exatamente aonde estava o garoto. Quando eu olhei para a água, ele não estava mais lá. O professor me colocou de volta na água e falou para eu continuar nadando, que o resto da classe estava me esperando terminar. Quando eu comecei a nadar de novo, eu coloquei a cabeça na água e então vi o garoto lá embaixo de novo. Mas dessa vez eu continuei nadando e sai na parte rasa, me juntando aos outros alunos.
Durante o resto da aula naquele dia, eu ficava com a impressão de que tinha alguém atrás de mim o tempo todo, embaixo da água. Mas sempre que eu virava, não tinha ninguém lá. Então chegou a hora de usar os trampolins. Eu engoli a seco e subi a escada. Como eu temia, lá estava ele, o garoto deitado no fundo da piscina. Eu hesitei por um instante e o professor e o resto da classe começou a falar para eu pular logo. Eu decidi que ia pular, peguei impulso e quando eu estava para tirar o pé do trampolim, eu vi o garoto se virar, olhar para mim e sorrir de um jeito que me dá arrepios só de lembrar. Eu escorreguei e cai na água de barriga.
Todo mundo estava rindo de mim, quando eu olhei para onde o garoto estava no fundo da piscina, ele não estava mais lá.
Depois disso, sempre que eu entrava na piscina, eu tinha aquela impressão de que tinha alguém atrás de mim, mas sempre que eu virava nunca tinha ninguém. E eu já não estava mais agüentando aquilo. Eu decidi que nunca mais iría pular do trampolim mais alto, e o professor respeitou a minha decisão, falando que eu devia ter medo de altura. Em um dos últimos dias das aulas de natação, nós estávamos nadando do raso até o fundo (eu insistia em ficar do lado da borda da piscina, assim não teria que nadar sobre o lugar que o garoto sempre aparecia). Quando estava na metade do caminho, eu senti alguém segurando na minha perna e me puxar para trás. Eu acabei indo para debaixo da água com a força da puxada e então me virei rápido para ver quem era. Era aquele garoto, segurando a minha perna e ele estava com um sorriso ameaçador no rosto. Parecia que ele queria me puxar para o fundo da piscina. Ele estava segurando forte e estava claro o que ele estava fazendo. Ele queria me afogar, queria que eu ficasse lá embaixo com ele. Eu também senti um ódio muito grande vindo dele. Eu comecei a chutar a mão dele e de algum modo consegui me libertar depois de um bom tempo. Eu nadei para a superfície e sai da água correndo. Eu estava assustada, mas sabia que não podia simplesmente falar o que tinha acontecido para o professor. Eu falei que estava com cãibra na perna e achei que ia afundar.Eu fui até o vestiário, me troquei, e fui até a recepção, e jurei nunca mais entrar naquela piscina de novo. Quando o meu pai veio me buscar, o professor nos chamou na piscina para conversar sobre o que estava acontecendo. Eu não ia falar que a piscina dele era assombrada, eles iam achar que eu estava mentindo ou que era louca, então simplesmente falei que não queria mais ter aulas de natação, que queria parar. O meu pai perguntou qual era o problema, e eu falei que não tinha problema nenhum, só que eu não queria mais ter aula de natação. Sem ter muito sobre o que discutir, ele falou que tudo bem, que se eu não queria, não precisava fazer mais as aulas. Enquanto nós estávamos saindo da área da piscina, eu me virei e dei uma última olhada para a água. Eu vi o garoto, um pouco abaixo da superfície, acenando para mim, com um jeito zombeteiro. Eu me virei e fui para casa, e nunca mais voltei para aquele lugar.

domingo, 24 de julho de 2016

Resenha do livro: Por que perder a paciência?

por Jessica Alice Harrad Reis 

Autora: Ved Prakash

Editora: Cedic

Estudo na Escola Municipal Batel, Curitiba, Paraná, Brasil.
Um belo dia duas amigas Lívia e Nina estavam no recreio da escola e Lívia teve uma ideia de fazer um campeonato de pular corda. Lívia pulou até 24 e Nina pulou até 35. Lívia ficou tão brava com a amiga que puxou a corda dela e disse que não aceitaria que Nina fizesse aquilo com ela. Então a professora chegou e disse à Lívia que ela era a melhor do mundo ou do universo e que ninguém chegava aos pés dela. Lívia com certeza captou a mensagem que a professora quis deixar. Depois disso pediu desculpas à amiga e voltaram a brincar novamente. Moral da história: tente controlar seus temperamentos quando uma pessoa ou um competidor é melhor que você. Só brigue em último caso, é melhor elogiar.‏

domingo, 17 de julho de 2016

Resenha por Jéssica Alice Harrad Reis

Livro: Cachorrinho Mágico (sonho de festa)

Autora: Sue Bentley

Editora: Fundamento

Estudo na Escola Municipal Batel, Curitiba, Paraná, Brasil.

Tudo começou assim: Era uma vez um lobo chamado Tempestade que era muito educado, responsável e cuidadoso. Ele cuidava de sua matilha, dos irmãos, de sua mãe, e do seu pai. Mas um dia um lobo muito mal acabou matando seus irmãos, seu pai e machucou sua mãe. Tempestade o lobo sentiu muita raiva desse lobo chamado Sombra e teve que se proteger desse bendito lobo e se disfarçar de dálmata. Então ele fugiu para bem longe onde acabou encontrando Paige, uma menina séria, divertida e carinhosa. Paige tinha ido passar duas semanas na casa de sua avó, mãe de Kath, o pai de Paige. E quando ele foi dormir viu uma luz brilhando pelo quarto e viu que era Tempestade o lobo. Tempestade o lobo conversou com Paige a noite toda e ela acabou cuidando por um tempo até ele crescer e cuidar da sua matilha como cuidava. Eu aprendi a cuidar da minha família porque ela é uma só. Tem a ver com minha vida porque já perdi meu‏ pai biológico,foi muito triste e acbei perdendo minha mãe também mais ganhei 2 pais e 2 irmãos. 

domingo, 10 de julho de 2016

Aprendendo com o Proerd.

O  Proerd representa um programa sobre drogas e bebidas alcoólicas, que infelizmente quando usados exageradamente são ruins para nossa vida e a dos nossos amigos.

Bom é importante para mim porque eu morava em um lugar que as pessoas abusavam das drogas. Além disso,  as bebidas alcoólicas podem causar problemas no cérebro  e câncer  nas pessoas que abusam das drogas e das bebidas.

Aprendi a dizer não às drogas e eu nunca vou abusar das bebidas,  nem do cigarro, nem das drogas!

A mensagem que eu deixo e a seguinte, nunca usem drogas  porque podem causar  muitos  sintomas perigosos  e podem levar à  morte. E vocês não estão a fim disso, né?

Viva o Proed!

Eu juro pela minha palavra de escoteira nunca vou abusar das  drogas ou do álcool.

O programa mais legal do mundo é o Proerd !

Obrigada  professor Jardel por me ensinar a dizer não às drogas. Nunca vou esquecer tudo o que você fez para me ajudar, eu juro!!!