domingo, 19 de julho de 2020

Resenha feita por Jéssica Alice Harrad Reis

Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba, Paraná, Brasil.

        Uma fantasia de carnaval

Cesar tinha uma paixão imensa por teatro, e um dia se deparou com um
cartaz dizendo: Baile à fantasia, a melhor fantasia ganhará 1000
liras...

Cesar ficou tão ansioso que começou a imaginar, uma mansão com muitas terras, andando de carroça com dois cavalos lindos, e o que sobrasse daria à sua mãe para ajudar em casa. Ficou tão animado que nem percebeu que já estava na porta de casa e ficou pensando que não podia contar para ninguém, principalmente para seus irmãos, pois são boca
aberta, e logo que tocou a campainha, deu de cara com seu irmão Horácio,e entrou falando: Logo você! Não vou te contar, não irei sair domingo e nem participar de um concurso de fantasia e muito menos ganharei 1000 liras. Percebeu que ele já havia contado, foi logo para o quarto e seu irmão também queria participar, aí seu terceiro irmão chega e pede para brincar com eles, só que Cesar abriu a boca mais uma vez, e assim só a mãe deles não ficou sabendo.

Depois de tanta alegria e animação, veio a pergunta, com que dinheiro faremos a fantasia? Como vamos entrar no teatro? E ninguém conseguiu responder, a resposta foi o silêncio.

No dia seguinte, Cesar teve a ideia de sair para ajudar pessoas, e em troca lhe dariam dinheiro e assim poderiam comprar coisas para fazer
sua fantasia.

O que aprendi é que sempre há um jeito.

O que tem a ver comigo, sou bastante positiva e esperançosa.





Resenha feita por Jéssica Alice Harrad Reis

Colégio Estadual Professor Cleto, Curitiba, Paraná, Brasil.

                        O Racismo

Essa palavra chega a dá calafrios, lembra lá nos anos 1500 e pouquinho onde havia escravidão, onde havia guerras, navios negreiros, tudo isso, que aconteceu lá atrás. Pois é, nós pensávamos que realmente havia ficado lá atrás, que a paz entre os negros e o brancos havia se estabilizado, e que ao invés de brigarem, eles se unem para combater outro tipo de crime, se juntam como uma equipe para proteger aqueles que amam. Mas infelizmente nem todos são assim, nos Estados Unidos ocorreu o que chamamos de racismo, um tipo de agressão, mas não foi só agressão, foi algo que causou a morte de um negro, por um policial branco, porque ele havia usado nota falsa para pagar algo, mas isso não deveria levar ele à morte, mas sim deveria ter sido preso. Na minha opinião, eu não achava que ainda tinha essa desunião entres raças, e sim união, mas descobrimos que nem todo mundo amadureceu,
para ter a sensibilidade de respeitar as diferenças, sejam elas
grandes ou pequenas.

O Racismo não e só com negros, e com pessoas asiáticas, pessoas indígenas, ou até mesmo pessoas afro-americanas. O que aconteceu com aquele negro nos EUA, foi totalmente desnecessário, algo que deixou a família dele sem chão. Em alguns lugares pessoas negras e pessoas brancas para trabalharem e conviverem juntos, deixam a diferença de lado, e até se tornam melhores amigas, então não tem por que a geração mais nova querer passar o racismo para frente, pelo contrário, nós vamos ser diferentes e ao invés de brigar, vamos nos unir contra isso.

O que aprendi com isso, que nós somos diferentes sim, mas não somos inimigos.

O que tem  ver comigo, que sou uma mulher negra e não me sinto no direito de julgar o próximo. 



quinta-feira, 9 de abril de 2020


Resenha de Jéssica Alice Harrad Reis .
          Colégio Estadual Prof. Cleto

Curitiba, Paraná , Brasil.

Índios e suas influências 

Anciões contavam histórias para crianças de tribos, sobre as guerras, as caças e como faziam para sobreviver na floresta, nos campos, ou até mesmo numa selva. Os índios conseguiam lidar com suas atividades perigosas sozinhos, sempre se protegendo e ajudando aqueles que não conseguiam se defender sozinho, que no caso seriam as crianças recém-nascidas ou até mesmo mais velhas.
Antigamente os índios viviam em paz, sem nenhuma restrição, nem proibição. Hoje em dia eles já não podem seguir com seus costumes, pois nosso país se modernizou bastante, não tem mais florestas onde se possa viver com calma, pois todas estão sendo desmatadas. A maioria dos índios vive na região urbana, e a minoria em casas de palha numa floresta, mas não são 100% livres para seguir com seus costumes.


     No que eles nos influenciam?


As influências dos índios na nossa  cultura estão presente em todos os sentidos e vão desde objetos e ações comuns, como deitar em redes e preparar pratos como tapioca e pirão de peixe, até usos de remédio com plantas nativas. Até nos desenhos temos alguns exemplos, como saci pererê, curupira, Emília, entre outros. Tivemos também uma grande ajudinha e influência na língua portuguesa.

Abaixo podemos ver alguns alimentos que costumamos fazer e comer hoje em dia que vêm da cultura indígena: mandioca, milho, canjica, frutos do mar, guaraná, palmito, pamonha, tapioca(beiju), manué, cuscuz(milho), abacaxi, banana, ervilha, lentilhas, entre outros. 

Como objetos também, seja com redes, jangadas/canoas, armalhadilhas de caça e pesca, cestos, intrumentos musicais... 

No jeito de falar também: 
Itabuna(pedra grande), pipoca, Amapá, jacaré, açai, tapioca, mandioca.

Consegue perceber o quanto eles nos influenciaram e nos ajudaram a sobreviver? Isto porque nem tudo conseguimos com dinheiro. 


O que aprendi com isso:

Às vezes precisamos pescar para conseguir algo.

O que tem a ver comigo:

Procuro sempre ler antes de julgar qualquer pessoa.
Resenha de Jéssica Alice Harrad Reis

       Colégio Estadual Professor Cleto

Curitiba, Paraná, Brasil.


         A peça Golondrina
    
Na noite de 29/09/2019, eu assisti uma peça com minha família, que tratava de um atentado que havia ocorrido nos Estados Unidos, em  uma balada frequentada por homossexuais, mas a maneira com que eles atuaram e contaram essa história foi diferente, mas baseado no que havia ocorrido. A peça mostrava que um homem chamado Rhamon queria aprender aula de canto, para uma cerimônia que ia acontecer em homenagem à sua mãe. Por isso ele pediu ajuda a uma professora, que era a mãe do menino que havia sido morto no atentado, mas no meio dessa jornada ele foi se revelando aos poucos. 
 Rhamon era o namorado do filho da professora, que foi assassinado junto com outras pessoas por um terrorista. Antes de tudo, Daniel contou à sua mãe que era homossexual, mas ela não soube reagir, então ficou calada. O filho voltou a repetir e nada. Nisso ele saiu e ligou para Rhamon que era seu companheiro, para encontrar ele numa balada à noite, pois ele tinha uma notícia maravilhosa para lhe contar. Ele ia pedir Rhamon em casamento, mas houve um imprevisto, um homem mascarado terrorista, havia entrado na balada e começou a atirar. Nisso, Daniel e Rahmon correram para se esconder no banheiro. Daniel havia ligado para sua mãe, numa chamada de vídeo, onde pôde transmitir a ela uma mensagem "Mãe, eu vou morrer". Ele fez isso para salvar a vida de Rhamon.
 Mas Rhamon havia levado um tiro em seu pulmão, que acabou dificultando sua respiração.  A mãe de Daniel ficou chocada ao descobrir isso logo de cara. Então no final da peça eles cantaram a música da Andorinha juntos. Golondrina significa Andorinha em espanhol.

Então afinal Daniel tentou se expressar para sua mãe, ela não disse nada, não respondeu às expectativas dele. Mas como ele já estava decidido e apaixonado, foi para a balada e pediu para que Rhamon fosse lá, para eles se casaram e serem finalmente felizes. Pois já estava cansado de se esconder, de se privar de quem ele realmente é, mas acabou acontecendo uma tragédia muito triste.


 O que tem a ver comigo:

Eu havia visto uma notícia, sobre um homem que havia matado 50 homossexuais, porém o filho havia mandado mensagem para sua mãe e não uma vídeo chamada.


O que aprendi é que:

ONGs lgbts estão lutando cada dia mais para serem respeitados, como todos merecem.

sexta-feira, 14 de junho de 2019


 

   Resenha de Jéssica Alice Harrad Reis

 

                                                News  

 

Paulo Cupertino Matias é acusado de matar Rafael Miguel o ator da novela mirim “Chiquititas’’. Ele interpretava o “Paçoca’’. Nesse domingo dia 9/06 ele foi assassinado junto com seus pais. Rafael tinha 22 anos e sua namorada 19 anos. Ele tinha ido à casa de sua namorada. Ficaram na calçada conversando. Até então estava tudo bem, mas seu sogro chegou e começou a atirar neles e em seus pais. A mãe de Rafael entrou na frente para proteger seu filho, mais acabou morrendo juntamente com seu marido. Sua namorada Isabela escreveu uma mensagem para ele no facebook dizendo o quanto ele era especial para ela. Essa notícia paralisou a metade do Brasil, e a mensagem que eu posso passar é que vocês valorizem mais a pessoa que está ao teu lado, sua família, seus amigos, seus colegas de trabalho, enfim as pessoas ao teu redor. Eu espero que essa matança que está ocorrendo no Brasil todo pare, porque ninguém merece morrer, nem homossexuais, nem lésbicas, ninguém, porque a vida é um ciclo e não devemos morrer até completa-lo. As vezes morremos porque queremos. Na maioria das vezes morremos indesejadamente, ou seja, somos vítimas da violência que ocorre no mundo. Concluindo, o Brasil está de luto por todos aqueles que foram embora... 

 

O que aprendi com isso é que devemos valorizar as pessoas ao nosso redor.

Tem a ver comigo porque já vivenciei esses atos na minha vida.

               



                   Resenha de Jessica Alice Harrad Reis

                     Preconceito na atual sociedade

Você por uma acaso sabe o que é preconceito? Sabe o que é o racismo? Na verdade, vamos juntar as palavras, o preconceito racial, nossa mais o que é o preconceito racial? Já ouviu dizer essa frase: Preto correndo é ladrão e parado é suspeito ou preto de alma branca. O preconceito racial é a definição perfeita para quem discrimina uma pessoa de cultura diferente ou etnia por apenas considera-lá como também inferior ou menos capaz. O racismo não só acontece no Brasil. No mundo todo. No entanto os brasileiros tem uma proporção individual única de ancestrais, essas coisas de descendentes, mas todos os brasileiros têm descendência ameríndia, europeia e africana. Portanto não se pode afirmar que uma pessoa seja da raça w ou y com base na cor de sua pele. Vocês sabiam que antigamente os primeiros a sofrerem com essa discriminação foram os escravos? Os negros não podiam frequentar certos lugares, pelo fato de existir gente branca lá que eles não deixavam eles ficarem misturados, por conta do racismo. Hoje em dia é idêntico ao passado em 1963, quando começaram as discriminações. No Brasil é onde os negros mais sofrem, mais morrem, mais são prejudicados. Digamos que eles estão na mesma medida que as pessoas Lgbt que morrem a cada dia que passa, pelo fato de eles gostarem de pessoas e não de genitálias. Se você conseguir juntar o preconceito com a homofobia vai ser teoricamente a mesma coisa, porque eles morrem pelo fato de serem quem são. Ocorre normalmente dentro do seu próprio espaço como: escola, trabalho, faculdade, instituições e lugares públicos. Se cada um se respeitasse e não ficasse julgando a pessoa pelo fato de ela ser “diferente”, não precisa aceitar, mais pelo menos respeite o próximo, porque de gente má o Brasil está cheio.

O que aprendi com isso é que não devemos julgar a pessoa pela aparência. Devemos nos informar e conversar com ela, sem julgar pelas aparências, porque quem vê cara não vê coração.

O que tem a ver comigo é que eu sou negra, e não gostaria de passar por isso.



segunda-feira, 18 de março de 2019

Resenha de Jéssica Alice Harrad Reis

                  Ataque em Suzano

 
Em Suzano aconteceu um ataque terrível, um massacre que deixou muitas pessoas assustadas e inseguras. A mãe de uns dos meninos disse numa entrevista que ele havia sofrido bullying quando estudava ali. Os dois meninos eram ex alunos dali. Por algum motivo eles resolveram se vingar e se matarem também. Dizem que "eles estavam insatisfeitos com a vida, mas não queria morrer sozinhos". A mãe de um dos meninos disse, que ele era um amor de pessoa, era quieto, nunca se meteu em encrencas, era pacífico e gostava de ficar no seu canto. Numa entrevista a diretora da escola disse que o menino mais novo havia feito o 1 e o 2 ano do ensino médio tranquilamente. Oito alunos foram mortos, mais duas funcionárias. Muitos alunos pularam o muro. Uma aluna saiu correndo pela porta e logo em seguida veio o resto dos alunos e todos saíram correndo. No caminho encontraram polícias perto e pediram para eles ir correndo na escola, porque ainda estava havendo o massacre. Para vocês entenderem melhor, dois rapazes estavam planejando fazer um massacre numa escola em Suzano SP, e depois de planejar isso tudo foram até a oficina do tio do garoto menor e pegaram o carro, mas como o tio havia descoberto o plano deles, tentou impedir e deu sobrinho acabou atirando nele, para que ele não o atrapalhasse. Os garotos foram bem na hora do intervalo onde estavam todos os alunos tranquilamente lanchando e conversando, e algumas pessoas na secretaria. O que podemos dizer dessa tragédia e que o Brasil ficou totalmente inseguro e em alerta. Fora do Brasil também aconteceram alguns atentados. Como vamos sair na rua sabendo que podemos levar um tiro a qualquer hora, como vamos ir ao colégio sabendo que o próximo pode ser o nosso? Realmente estamos inseguros.
O Brasil está em luto por todas essas pessoas que morreram, não só nos massacres, mas sim em todos os tipos de homicídios.
 
O que tem a ver comigo é que eu estou insegura quanto a isso tudo que está acontecendo.

O que aprendi é que, por mais que temos insegurança, nós temos que nos proteger.